Espero que estejam gostando da minha vidinha monótona, só peço desculpas pela pobreza de detalhes, é que na hora de escrever me vêm tantas coisas na cabeça, tantas lembranças que não consigo organizar elas pra colocar aqui, mas acho que vocês estão entendendo minhas passagens.
Algumas partes da história estão meio divididas, ou um pouco na frente uma da outra, mas o importante é que tá tudo explicado! Beijos!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Bom, vamos pular todo esse capítulo de adolescência porque o drama é repetitivo, vamos direto pra quando me assumi, foi assim:
Foi no ano da minha formatura do segundo grau, depois da formatura em fui de férias à Florianópolis, lá conversando com minha prima contei a ela, minha tia já deu a entender que sabia, e meu primo gay que mora na Austrália com o marido que é australiano também já sabia, pelo menos daquela parte da família já tinha me livrado, aproveitei muito por lá, "fervi" muito com essa minha prima "tricotamos na linha roxa" como ela dizia que na verdade era fofocar, quando voltei a pra minha cidade, na noite seguinte a minha chegada, estávamos eu, minha mãe e o marido dela na sala tomando umas bebidas e tal, e ela soltou do nada: "Eu quero saber o que tu é!". Na hora paralisei durante um quarto de segundo, sabe aquela sensação que dá e passa num piscar de olhos mas que parece uma eternidade? Que parece que o coração para e a respiração não existe mais? Pois então foi isso mesmo que eu senti. Mediante a exclamação dela eu não tive escolha a não ser dizer a verdade, nós nos abraçamos, choramos e ela disse: "Não importa o que venha acontecer, se tu estiver feliz eu vou estar em dobro, e não importa quem ou quando, se eu tiver que brigar por ti eu vou brigar, tu é meu filho, nasceu de dentro de mim, e isso nunca, nada nem ninguém vai poder mudar", nem preciso dizer que depois disso eu só queria abraçar aquela mulher maravilhosa que estava na minha frente, que mais parecia um anjo que tinha vindo tirar todo o sofrimento e o peso do meu corpo, tirar aquela angústia, aquele sentimento ruim de estar sempre escondendo algo, então depois no outro dia nós conversamos melhor mas nada mudou, continuamos os mesmos só que mais próximos ainda, porque nós sempre fomos muito próximos e agora estamos mais! Depois rola mais história queridos, agora tenho que ir trabalhar, beijos.
Bom, depois de todo esse período transitório e todo o "lado negro da força", continuando a frequentar a mesma balada aquela, fui me acostumando e ficando conhecido, aí veio a popularidade, todos me conheciam e eu conhecia todos, aquilo já estava ficando chato, mas mesmo assim pensava: "É isso, isso mesmo que eu quero pra minha vida, essa liberdade, esse gosto de noite, de festa, de bebida e alegria" então me sentia no meu lugar, onde tudo era perfeito e tudo funcionava, só que apenas por uma noite, quando voltava pra casa, quando entrava em casa, vinha aquela sensação de culpa, de receio, de ansiedade, de nervosismo, pensando "imagina se minha mãe descobre aonde eu estava, imagina se alguém me viu e disser pra ela?..." Meu Deus isso me preocupava um montão, na verdade corroía a minha alma, todo o meu ser, mas mesmo assim continuava fazendo, pensava "se ela descobrir pelo menos valeu a pena, eu tive meus minutos de liberdade e felicidade"...
Mais uma vez aqui dando continuidade a história.
Na última postagem terminei contando sobre a primeira balada GLS que fui com meu amigo, bom é claro que nos viciamos nesse mundo novo e cheio de promessas, com caras bonitos olhando pra você, querendo conhecer você, saber de onde veio, "você é especial, tão novinho, só 15 aninhos" e por aí vão as frases, nós (é claro) nos sentindo as últimas bolachas do pacote né, mas depois conhecendo todo mundo, se acostumando com aquilo, começando a fazer "amizades" dentro do grupo, aquele grupo começa a te introduzir no estilo de vida que a maioria dos gays e lésbicas levam, aquela vida onde tudo parece tão promisso e legal, onde têm festas com muita bebida e drogas, e também muito sexo e você vai indo, achando que está ficando "experiente", quando na verdade não está, você só está sendo mais um daquele grupo de tantos que daqui a alguns anos não vai ser nada, só vai viver de lembranças de como a juventude foi boa, sendo que aquele período não volta mais, e que agora seria impossível ter um estilo de vida como aquele de volta, porque você não tem mais condições financeiras nem psicológicas pra aguentar tudo aquilo de novo, sim, eu já usei maconha e cocaína, poucos ainda não experimentaram isso, e não, não é uma coisa de que me orgulhe, apenas olho pra trás e agradeço por ter saído daquela antes, fico pensando como seria minha vida agora se continuasse daquele jeito, não teria vida...
Mas antes de todo esse capítulo aconteceu um período de grande aprendizado e preparação, foi com um gay mais velho que não dizer o nome, apenas vou me referir a ele pelo apelido carinhoso que nós colocamos nele: Garétte, sim essa pessoa foi muito importante na minha vida, foi uma amizade muito boa, com ele aprendi, "fervi" vivi ótimos momentos, ele me ensinou muitas coisas sobre o lado negro deste mundo, me advertiu, e graças a isso não caí em muitas furadas, na verdade ele foi o primeiro gay assumido que eu tive contato na vida.
Na última postagem terminei contando sobre a primeira balada GLS que fui com meu amigo, bom é claro que nos viciamos nesse mundo novo e cheio de promessas, com caras bonitos olhando pra você, querendo conhecer você, saber de onde veio, "você é especial, tão novinho, só 15 aninhos" e por aí vão as frases, nós (é claro) nos sentindo as últimas bolachas do pacote né, mas depois conhecendo todo mundo, se acostumando com aquilo, começando a fazer "amizades" dentro do grupo, aquele grupo começa a te introduzir no estilo de vida que a maioria dos gays e lésbicas levam, aquela vida onde tudo parece tão promisso e legal, onde têm festas com muita bebida e drogas, e também muito sexo e você vai indo, achando que está ficando "experiente", quando na verdade não está, você só está sendo mais um daquele grupo de tantos que daqui a alguns anos não vai ser nada, só vai viver de lembranças de como a juventude foi boa, sendo que aquele período não volta mais, e que agora seria impossível ter um estilo de vida como aquele de volta, porque você não tem mais condições financeiras nem psicológicas pra aguentar tudo aquilo de novo, sim, eu já usei maconha e cocaína, poucos ainda não experimentaram isso, e não, não é uma coisa de que me orgulhe, apenas olho pra trás e agradeço por ter saído daquela antes, fico pensando como seria minha vida agora se continuasse daquele jeito, não teria vida...
Mas antes de todo esse capítulo aconteceu um período de grande aprendizado e preparação, foi com um gay mais velho que não dizer o nome, apenas vou me referir a ele pelo apelido carinhoso que nós colocamos nele: Garétte, sim essa pessoa foi muito importante na minha vida, foi uma amizade muito boa, com ele aprendi, "fervi" vivi ótimos momentos, ele me ensinou muitas coisas sobre o lado negro deste mundo, me advertiu, e graças a isso não caí em muitas furadas, na verdade ele foi o primeiro gay assumido que eu tive contato na vida.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Veja aqui alguns detalhes de uma das várias técnicas cirúrgicas de transgenitalização: http://transexual.com.br/siteantigo/cirurgia.htm
Bom, demorei mas estou aqui de novo, continuarei a história...
A minha vida dupla não tinha tanto movimento quando criança, na verdade só quem sabia dela era eu, pois não tinha contado a ninguém ainda, nem aos meus amigos, até porque nem eu me entendia direito, como poderia dizer algo a alguém?
Depois crescendo comecei a conhecer pessoas que me acompanhariam dali pra toda vida, assim foram convivendo comigo e me descobrindo tanto quanto eu, e a essas pessoas fui começando a contar alguma coisa, sempre dizendo que não sabia o que acontecia comigo mas sabia que a diferente, então veio o primeiro amigo que iria ser de longa data: Maurício, hoje em dia faz 11 anos que nós nos conhecemos, no início os dois e odiavam, mas com o passar do tempo fomos nos descobrindo os dois, eu me assumi perante a ele muito antes do que ele pra mim, mas eu sempre soube, então assim veio outra amiga, a Priscilla, nesta fase já era adolescente, minha vida começou a ficar mais movimentada, e eu escondendo algo aqui, ou ali, sempre com um medo terrível de que minha mãe descobrisse.
Eu tinha ginecomastia bilateral puberal (crescimento "involuntário" das mamas em um homem) e decidi fazer uma cirurgia parecida com uma mastectomia (onde se remove todo o seio) pensando que seria uma maneira de dizer para o mundo que não era gay (transsex), me submeti a dois procedimentos, fiquei sem nada de seios, e agora mesmo que eu tome hormônios eles não crescerão pois minha glândula mamária foi removida, as duas, então seios somente com próteses de silicone, mas enfim.
Já no período de adolescência mesmo descobrimos eu e meus amigos o mundo GLS, começamos a conhecer pessoas desse mundo, eventos, coisas sobre tudo desse mundo, e eu logo da primeira vez amei tudo isso, toda essa liberdade, meus amigos a princípio ficaram receosos, mas os fiz me acompanharem, foi então que descobrimos as baladas GLS e fomos na primeira, foi muito legal, tudo diferente, um lugar onde podemos ser nós mesmos, mas esse sentimento não durou muito, duro até aprendermos mais um pouco sobre este mundo que infelizmente existe muita inveja, discórdia, muita "matação" como dizem, uns falando dos outros, é muita falsidade uma coisa que estas pessoas não entendem é que se todo mundo se juntar nossas causas terão mais visibilidade e mais valor. E a história continua depois... : D
A minha vida dupla não tinha tanto movimento quando criança, na verdade só quem sabia dela era eu, pois não tinha contado a ninguém ainda, nem aos meus amigos, até porque nem eu me entendia direito, como poderia dizer algo a alguém?
Depois crescendo comecei a conhecer pessoas que me acompanhariam dali pra toda vida, assim foram convivendo comigo e me descobrindo tanto quanto eu, e a essas pessoas fui começando a contar alguma coisa, sempre dizendo que não sabia o que acontecia comigo mas sabia que a diferente, então veio o primeiro amigo que iria ser de longa data: Maurício, hoje em dia faz 11 anos que nós nos conhecemos, no início os dois e odiavam, mas com o passar do tempo fomos nos descobrindo os dois, eu me assumi perante a ele muito antes do que ele pra mim, mas eu sempre soube, então assim veio outra amiga, a Priscilla, nesta fase já era adolescente, minha vida começou a ficar mais movimentada, e eu escondendo algo aqui, ou ali, sempre com um medo terrível de que minha mãe descobrisse.
Eu tinha ginecomastia bilateral puberal (crescimento "involuntário" das mamas em um homem) e decidi fazer uma cirurgia parecida com uma mastectomia (onde se remove todo o seio) pensando que seria uma maneira de dizer para o mundo que não era gay (transsex), me submeti a dois procedimentos, fiquei sem nada de seios, e agora mesmo que eu tome hormônios eles não crescerão pois minha glândula mamária foi removida, as duas, então seios somente com próteses de silicone, mas enfim.
Já no período de adolescência mesmo descobrimos eu e meus amigos o mundo GLS, começamos a conhecer pessoas desse mundo, eventos, coisas sobre tudo desse mundo, e eu logo da primeira vez amei tudo isso, toda essa liberdade, meus amigos a princípio ficaram receosos, mas os fiz me acompanharem, foi então que descobrimos as baladas GLS e fomos na primeira, foi muito legal, tudo diferente, um lugar onde podemos ser nós mesmos, mas esse sentimento não durou muito, duro até aprendermos mais um pouco sobre este mundo que infelizmente existe muita inveja, discórdia, muita "matação" como dizem, uns falando dos outros, é muita falsidade uma coisa que estas pessoas não entendem é que se todo mundo se juntar nossas causas terão mais visibilidade e mais valor. E a história continua depois... : D
domingo, 15 de janeiro de 2012
Sempre fui diferente, nunca gostei de jogar bola, me escondia quando criança pra brincar de boneca com as minhas amigas, eu lembro que eu fazia as melhores combinações de roupas das bonecas.. Lembro que uma vez fiz uma boneca parecer com a Fátima Bernardes, HAHAHAAHAH.
Sempre gostei muito de me arrumar, não suportava que minha mãe visse a minha roupa, sempre gostei de me "enfeitar", anéis, correntes, pulseiras, enfim, até brincos quis colocar quando criança, só não coloquei óbvio porque minha mãe não deixou né..
Lembro que uma vez teve uma festa de carnaval no salão do condomínio onde eu moro, isso há 10 anos atrás ou mais, que como de praxe os meninos se vestiam com as roupas da mãe, só que todos eles eram mais velhos que eu, e eu pedi então pra minha mãe pra eu fazer o mesmo, só que ela negou dizendo que eu ainda não tinha idade pra isso, então eu fiquei com a cara fechada, e todo de beiço, então veio uma vizinha conversar comigo e em uma conversa, ela me contou que eu disse pra ela a seguinte frase: "-Tenho raiva de ter nascido homem." Pensa nessa frase e nesse sentimento na cabeça de uma criança de 5 ou 6 anos, é um pouco forte não? Daí em diante então cada dia que passava eu fui me descobrindo mais e mais, mas sempre com receio a reação da minha mãe quando descobrisse, então mantinha uma vida dupla, e a história continua depois... :D
Sempre gostei muito de me arrumar, não suportava que minha mãe visse a minha roupa, sempre gostei de me "enfeitar", anéis, correntes, pulseiras, enfim, até brincos quis colocar quando criança, só não coloquei óbvio porque minha mãe não deixou né..
Lembro que uma vez teve uma festa de carnaval no salão do condomínio onde eu moro, isso há 10 anos atrás ou mais, que como de praxe os meninos se vestiam com as roupas da mãe, só que todos eles eram mais velhos que eu, e eu pedi então pra minha mãe pra eu fazer o mesmo, só que ela negou dizendo que eu ainda não tinha idade pra isso, então eu fiquei com a cara fechada, e todo de beiço, então veio uma vizinha conversar comigo e em uma conversa, ela me contou que eu disse pra ela a seguinte frase: "-Tenho raiva de ter nascido homem." Pensa nessa frase e nesse sentimento na cabeça de uma criança de 5 ou 6 anos, é um pouco forte não? Daí em diante então cada dia que passava eu fui me descobrindo mais e mais, mas sempre com receio a reação da minha mãe quando descobrisse, então mantinha uma vida dupla, e a história continua depois... :D
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Nesse blog aqui tem algumas coisas legais, algumas imagens e matérias, diferente do meu que é mais sobre a minha história mesmo, vale a pena conferir... --> http://liviapires.blogspot.com/
Bom, vamos começar do começo não?
Começaremos do dia em que me conceberam...
Para início de conversa sou de uma transa só, como dizia minha mãe (brincando) que eu fui um acidente (aí já começam os acontecimentos reversos), depois de nove meses nasço eu, 2.250Kg, 50cm de comprimento, uma criança sadia, saudável e forte, porém quase matei minha mãe no parto, a placenta ficou e para tirar foi quase como outro parto, mas isso não vem ao caso, depois de nascido e um pouco crescido, lembro de vagas coisas a partir dos meus dois anos de idade, depois disso já não sei distinguir lembranças de outras épocas, não sei dizer ao certo de que idade é tal lembrança, apenas essa de quando tinha dois anos, e eu já sabia de tudo que tinha pela frente, sempre me senti diferente, fora dos padrões, sempre gostei muito de maquiagens, de cabelos, roupas, e principalmente sapatos, depois vieram as bolsas, mas enfim.
A lembrança exata, esta minha primeira lembrança é de um dia que eu fui a uma festa com a minha mãe, eu era uma criança muito querida por todos, sempre fui muito bem educado, bem dado, falante e engraçado, e como minha mãe é professora as colegas todas amavam o filhinho novinho da colega, então eu era muito mimado, e na festa eu lembro de estar no meio de um círculo de pessoas mais velhas, dançando, rindo e brincando, e claro achando o máximo!
Este é o meu primeiro registro de memória, onde já sabia quem e oque eu era.
Começaremos do dia em que me conceberam...
Para início de conversa sou de uma transa só, como dizia minha mãe (brincando) que eu fui um acidente (aí já começam os acontecimentos reversos), depois de nove meses nasço eu, 2.250Kg, 50cm de comprimento, uma criança sadia, saudável e forte, porém quase matei minha mãe no parto, a placenta ficou e para tirar foi quase como outro parto, mas isso não vem ao caso, depois de nascido e um pouco crescido, lembro de vagas coisas a partir dos meus dois anos de idade, depois disso já não sei distinguir lembranças de outras épocas, não sei dizer ao certo de que idade é tal lembrança, apenas essa de quando tinha dois anos, e eu já sabia de tudo que tinha pela frente, sempre me senti diferente, fora dos padrões, sempre gostei muito de maquiagens, de cabelos, roupas, e principalmente sapatos, depois vieram as bolsas, mas enfim.
A lembrança exata, esta minha primeira lembrança é de um dia que eu fui a uma festa com a minha mãe, eu era uma criança muito querida por todos, sempre fui muito bem educado, bem dado, falante e engraçado, e como minha mãe é professora as colegas todas amavam o filhinho novinho da colega, então eu era muito mimado, e na festa eu lembro de estar no meio de um círculo de pessoas mais velhas, dançando, rindo e brincando, e claro achando o máximo!
Este é o meu primeiro registro de memória, onde já sabia quem e oque eu era.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Início...
Dou início a este blog onde vou contar uma pequena parte do que é a vida de alguém que é transex de homem para mulher, sobre expectativas, sonhos, realidades, fantasias, e um pouco mais. Dividirei também experiências particulares como acontecimentos que me ensinaram e outros que apenas me frustraram, mas tentarei sempre manter o bom humor e tentar passar algo que seja útil não só para transex que existem por aí, e sim pra toda e qualquer pessoa que leia as histórias aqui contadas, e que se identifiquem com algum aspecto e que vejam que têm alguma coisa em comum com a minha vida, afinal, só pelo fato de eu ser transex, isso não me difere do resto da população que não é.
Espero que gostem do blog e que ajude algumas cabeças perdidas que existem ao longo das terras que cobrem este imenso lugar que chamamos de nosso mundo, não necessariamente apenas o mundo físico...
Dou início a este blog onde vou contar uma pequena parte do que é a vida de alguém que é transex de homem para mulher, sobre expectativas, sonhos, realidades, fantasias, e um pouco mais. Dividirei também experiências particulares como acontecimentos que me ensinaram e outros que apenas me frustraram, mas tentarei sempre manter o bom humor e tentar passar algo que seja útil não só para transex que existem por aí, e sim pra toda e qualquer pessoa que leia as histórias aqui contadas, e que se identifiquem com algum aspecto e que vejam que têm alguma coisa em comum com a minha vida, afinal, só pelo fato de eu ser transex, isso não me difere do resto da população que não é.
Espero que gostem do blog e que ajude algumas cabeças perdidas que existem ao longo das terras que cobrem este imenso lugar que chamamos de nosso mundo, não necessariamente apenas o mundo físico...
Assinar:
Postagens (Atom)
